Você tem conhecimento sobre quais são as principais falhas que um empreendedor comete ao iniciar seu negócio? É frequente observar profissionais que desejam empreender, ou até mesmo já iniciaram seu negócio, sem uma direção clara e sem um planejamento adequado, o que muitas vezes resulta em diversos erros – algo que eu mesma já experimentei em diversas ocasiões. Muitos também não sabem por onde começar ao pensar em transformar sua paixão em um negócio lucrativo e talvez, esse também seja o motivo de cometer esses erros. Sentem necessidade de uma ajuda técnica, mas muitas vezes não conseguem ter acesso a ajuda que precisam. Por esse motivo, neste artigo eu vim aqui falar para você quais são esses erros de um empreendedor iniciante para que você evite, caso pense ou esteja iniciando o seu negócio ou se você cometeu algum desses erros, você possa corrigi-los e melhorar o seu negócio. Desde quando comecei a empreender, há 3 anos, nessa minha jornada empreendedora, nos meus atendimento como consultora para empreendedores, me deparei com alguns erros muitos comuns e hoje separei os 10 maiores erros de um empreendedor iniciante e alguns deles eu também cometi. Mas depois de conhecer esses erros, você vai poder melhorar o seu negócio. 1. Não fazer um plano de negócios ou fazer um muito complexo e difícil de explicar. Eu sempre falo que empreendedores tem pavor quando falamos em plano de negócios, mas não é bem assim. Uma ferramenta que acredito ser muito eficiente na organização de um modelo de negócios, é o Business Canvas, você pode baixar aqui. 2. Não entender o mercado onde vai atuar Muitas vezes o empreendedor entra num mercado ou negócio porque acha que vai dar dinheiro, mas não gosta e se você não gosta do que faz, continuará frustrado, não estará na sua essência para fazer acontecer. 3. Pensar primeiro na estrutura, no escritório, na cadeira, no local e depois no modelo de negócios. É muito comum o empreendedor começar a montar toda a estrutura, mas esquece de fazer seu planejar antes. 4. Achar que ter trabalhado em grandes corporações dá credenciais para ser empreendedor. Por experiência própria eu sai do mundo corporativo e empreender não tem nada a ver com trabalhar em empresas. Existem competências e habilidades, a mudança de mentalidade que o empreendedor precisa ter para empreender e que não se adquire no mundo corporativo. 5. “Se achar” acima de qualquer coisa e não buscar capacitação para ser empreendedor, achar que sabe demais que não precisa aprender, 6. Idealizar o negócio e não dividir com ninguém, perdendo a oportunidade de obter dicas, insights importantes. 7. Fazer sociedade ou mesmo parcerias, por amizade e não por competência, isso é muito comum, mas acaba não dando tão certo no futuro. 8. Não fazer uma reserva de sobrevivência até que o negócio se estabeleça e muitas vezes até fazer dívidas nos bancos para financiar o negócio. 9. Misturar as finanças da empresa com as pessoais, outro erro muito comum. 10. Não selecionar bem os funcionários, preferindo uma equipe mediana ou mesmo contratar parentes por afinidade e não por competência; Agora que você já sabe bastante sobre esses 10 erros, o que acha de parar e selecionar o tem mais te incomodado e colocar a mão na massa para corrigi-los. Que te parabenizar por buscar informações para o seu negócio. Só por chegar estar aqui você já é uma grande vencedora. Continue buscando conhecimento para desenvolver o seu negócio de forma que se torne lucrativo e sustentável e acredite em seu potencial.
Planejamento Estratégico para Vendas: 5 Pontos a serem Considerados
Antes de abordar o Planejamento Estratégico de Vendas, ou seja, com ênfase no setor de vendas, é imprescindível explicar o conceito de estratégia. A palavra estratégia tem sua origem na palavra grega “stratègós”, que é composta por “stratos”, que significa exército, e “ago”, que significa liderança. Porém com o tempo ela foi evoluindo e hoje a gente tem definições diferentes de estratégia. Uma definição que podemos considerar é Estratégia é o plano para realização de um objetivo a longo prazo ou seja, você define o objetivo que vai ser alcançado apenas no longo prazo e, e determina um plano para que você consiga alcançar esse objetivo. Tem uma outra definição que eu ainda acho mais interessante: Estratégia é a definição do melhor futuro para uma empresa, mapeamento da rota para alcançá lo e sua clara comunicação. Essa definição é interessante porque ela está dividida em três partes. Definição do melhor futuro para a empresa: Qual o futuro que a empresa acha que é o melhor para ela. O mapeamento da rota para alcançá-lo: O mapeamento do que deve ser feito para que esse futuro seja alcançado e, Sua clara comunicação: Tanto comunicação interna, quanto de comunicação externa. É importante ter em mente que ao pensar em montar uma planejamento estratégico para vendas, que toda estratégia seja voltada para a atividade fim da empresa. Assim sua estratégia se torna muito mais assertiva. Existem alguns pontos de atenção que são muito importantes com relação a essas definições e de como montar um planejamento estratégico para vendas, que são eles: 1. Definir o melhor Futuro e NÃO o Mais Óbvio ou Mais Fácil Ao definir uma estratégia, estamos definindo o melhor para empresa e, isso não quer dizer que ele vai ser o mais óbvio e muito menos que ele vai ser mais fácil. Eu diria que até muito pelo contrário, na maioria das vezes, geralmente as estratégias seguem planos que são de difícil implementação ou de uma implementação pelo menos mais complexa. 2. Esse Futuro precisa ser Alcançável Não adianta nada você tentar traçar um plano, tentar traçar uma estratégia com um objetivo muito distante da realidade da empresa. E preciso pensar no tamanho da empresa. Por exemplo: para você falar que você vai ser a maior empresa do mundo em um espaço de um ano, ao abrir a empresa. Isso é muito muito difícil e muito inalcançável. Ou então o que você vai ter uma tecnologia super complexa para bater de frente com empresas que já estão dominando todos os setores, sendo que você está acabando de entrar no mercado e você não possui tecnologia. Portanto, seja realista e tome muito cuidado para você não traçar uma estratégia de tão longo prazo e que talvez no meio do caminho, você tem que muda-la tantas vezes tantas vezes que ela vai perder o sentido. Então pense sempre que só precisa ser alcançável. 3. Deve haver um Roteiro Lógico para Alcançá-lo. É necessário um roteiro que tenha uma lógica para que você consiga alcançar esse seu objetivo. Ele precisa dizer exatamente o que a empresa vai fazer em cada período de tempo para que esse objetivo de longo prazo seja alcançado. 4. Esse Futuro precisa ser Comunicado Claramente para Tornar-se Realidade Ele precisa ser comunicado internamente e externamente e de maneiras diferentes. Ou seja, nada adianta você ter uma estratégia muito boa muito clara mas você não comunica a ela para as pessoas. Seus coordenador, diretor, assessor, colaboradores ou até um estagiário precisam conhecer cada um, o seu papel dentro da estratégia da empresa. E da mesma forma, os clientes têm que entender minimamente para onde a empresa está indo para que eles consigam entender se eles vão estar nesse rumo e se eles vão estar junto com a empresa ou não. Você precisa entender como que essa estratégia deve ser comunicada. 5. Deve se Tomar Cuidado com as Ações sem Impacto na Atividade Fim O diferencial de uma gestão estratégica para vendas é que todas as ações são pensadas levando se em consideração a atividade fim. Pode ser que surja, ao longo do caminho, uma ou outra ação que faça sentido para sua empresa e que não tenha muito impacto na atividade fim ou até que não tem impacto. Mas você tem que tomar cuidado. Quando pensamos uma estratégia e não levamos em consideração questão da atividade fim da empresa, às vezes acabamos criando várias ações que não tem impacto na atividade fim. E esse não é o objetivo. A ideia é que todas ou quase todas têm um impacto muito forte na atividade fim, o que consequentemente vai aumentar suas vendas e seu faturamento. Porque se você criar várias ações, que não tem esse impacto e que não possuem esse potencial de resultado, você vai acabar criando muito custo desnecessário, uma vez que toda ação custa tempo, custa dinheiro e, se ela não vai te dar um retorno, pode ser que ela não seja tão importante assim. Para concluir, pense sempre ao definir suas ações estão impactando atividade fim? Ela vai me dar um retorno a longo prazo? Se sim ela faz sentido. Se não, talvez não faça melhor revisar para ver se realmente vale a pena insistir nela ou não.
Customer Success: Como calcular o Retorno de Investimento?
Conforme abordado anteriormente, o Customer Success consiste em uma tática adotada pelas organizações, cujo principal objetivo é priorizar o cliente. Neste artigo, por sua vez, abordaremos especificamente o ROI, ou Retorno sobre o Investimento, do Customer Success. Existem essencialmente três mecanismos para obter resultados com sucesso do cliente, que são: Redução de Churn ou taxa de Cancelamento Expansão de Negócios por Cross Sell e Up Sell Ampliação de Negócios por Novos Clientes ROI COM REDUÇÃO DO CHURN OU TAXA DE CANCELAMENTO DE CLIENTES A principal fonte de retorno sobre investimento ao implementar a estratégia de Sucesso do Cliente é a redução do Churn. Considere o cenário de duas empresas, e que tenha o mesmo tipo de negócio e que tenha uma taxa de conquista de cientes semelhantes, mas elas te taxa de churn diferentes. Vou mostrar aqui o resultado de impacto que essa diferença gera ao longo do tempo, no resultado final dessas empresas. Vamos supor que cada empresa adquira em média 10 clientes por mês. Assim, uma organização pode conquistar 120 clientes em um período de 12 meses. Cada cliente gera uma receita de R$ 1000 por Mês, portanto em um ano são R$ 12.000. Custo de aquisição do cliente, que são despesas de vendas e marketing que a empresa tem para atrair esse cliente é de R$ 10.000 Empresa A: Investe em estratégia de Customer Sucess, portanto tem uma taxa de retenção de 95%, ou seja perde apenas 5% Empresa B: Não investe em Customer Success e tem uma taxa de retenção de 80% Após 3 anos o que aconteceu? Serão 10 clientes por mês – 120 por ano – 360 em 3 anos Empresa A – Perde 5% dos clientes com Churn = 360*5% = 18 clientes Empresa B – Perde 20% dos clientes = 360*20% = 72 clientes Como isso impacta na receita da empresa: Empresa A = 18 clientes Empresa B = 72 clientes Diferença de 54 clientes Empresa A = 54 clientes x 12.000 = 648.000 a mais que a empresa B. EXPANSÃO DE NEGÓCIOS POR CROSS SELL E UPSELL Up-selling é uma técnica de vendas que consiste em oferecer aos clientes produtos ou serviços de maior valor ou com mais funcionalidades do que aqueles que eles já possuem ou estão interessados em adquirir. O objetivo é aumentar o ticket médio da venda, ao mesmo tempo em que se oferece uma solução mais completa e satisfatória ao cliente. Essa estratégia pode ser aplicada em diversas situações, como na venda de pacotes de serviços, atualização de produtos, entre outros. Ao adotar o Up-selling, as empresas conseguem maximizar suas vendas e aumentar a satisfação do cliente, oferecendo-lhes soluções personalizadas e adaptadas às suas necessidades específicas Corss-selling é a técnica de oferecer produtos ou serviços complementares aos clientes, incentivando-os a fazer compras adicionais. Essa estratégia visa aumentar o ticket médio do cliente e, consequentemente, impulsionar as vendas. É uma forma de aproveitar a relação de confiança já estabelecida com o cliente para oferecer soluções que possam agregar valor e atender às suas necessidades. Além disso, o Corss-selling pode ajudar a fidelizar o cliente, aumentando a sua satisfação e a probabilidade de recompra.. O churn também pode ser resultado de uma frequência baixa, ou seja, quando seus clientes visitam pouco a sua loja ou não retornam. É por isso que algumas empresas, como supermercados, adotam a estratégia de colocar uma placa na porta incentivando os clientes a voltarem sempre, a fim de aumentar a retenção e fidelização dos clientes. Essa é uma tática importante para garantir a satisfação do cliente e estimular a recompra, contribuindo para o sucesso do negócio a longo prazo. Como Criar um Funil de Customer Success? Você, como empreendedor já deve ter ouvido muito falar em funil de vendas. No caso do funil do Customer Success, a diferença é que ao invés de começar com novos leads, aqui começamos com os próprios clientes onde esses clientes, através da estratégia de customer success, produzem Leads de Customer Success. No funil de vendas, os leads geram oportunidades, que vão virar clientes e consequentemente receitas para a empresa. O que venho propor aqui, é criar um novo funil, o funil de Customer Success. Como leads, você começa com seus clientes, que vão gerar leads de customer success, que vão gerar oportunidades por meio de cross sell e upsell e mais vendas para a sua empresa. AMPLIAÇÃO DE NEGÓCIO POR NOVOS CLIENTES Esse é o terceiro mecanismo de produção de resultados com customer success. Ampliação de negócios por novos clientes seus clientes podem ser uma grande engrenagem de atrair novos clientes sendo defensores da marca, especialmente se você tá no negócio B2B. A ideia aqui é que a estratégia de Sucesso do Cliente acelera o processo, encurtando o ciclo de vendas com seus clientes. Vamos pensar em um ciclo de vendas padrão: CONHECIMENTO DA EMPRESA CONSIDERAÇÃO AVALIAÇÃO COMPRA Quando se adota a estratégia de sucesso do cliente, seus clientes ajudam a acelerar cada etapa do processo, aumentando o conhecimento da marca por meio do boca a boca, acelerando a fase de consideração ao fornecer referências para outros clientes em potencial. Dão testemunhos do seus produtos, como com atividades normais, encontros referencias com seus potenciais clientes ou até de forma espontânea, em sites de avaliações Sabemos o quão importante é isso hoje. As pessoas olham os sites de reclamação também. Como esta o comportamento da sua empresa nos sites de reclamação. Para concluir, é possível mensurar o impacto do sucesso do cliente em diversos aspectos, como a redução da taxa de cancelamento (churn), o aumento de novas oportunidades de vendas geradas pelos próprios clientes, e também o impacto na atração de novos clientes por meio do boca a boca e recomendações positivas. Dessa
Customer Success: Como Implementar no seu Negócio?
No artigo anterior, abordamos o que é Customer Success e como essa estratégia pode ajudar a transformar o seu negócio. No entanto, como podemos implementar as estratégias de Customer Success em nosso negócio? Existem quatro etapas para isso: Definir o modelo de engajamento segmentação Definir processos de engajamento Estruturar a área e contratar pessoas Analisar os dados certos da satisfação dos seus clientes 1. Definir o modelo de engajamento segmentação Para cada segmento existe uma estratégia e você precisa definir: Qual que é o modelo dele Como você se comunica com seus clientes E que pratica você vai ter para montar um sistema de da base da pirâmide Afinal você quer crescer e ter muitos clientes na sua base, correto? Existem algumas bases para segmentar por exemplo: Por receita: Qual o volume de receita que você tem que com esses clientes Por RFV (Recência, Frequencia e Valor de Compra): Você pode usar uma ponderação de coisas importantes para o seu negócio para definir a segmentação Por lucratividade: Você pode olhar lucratividade de cada cliente e segmentar por lucro, por exemplo. Essa segmentação vai determinar a sua estratégia de Customer Cuccess e o seu modelo de atendimento a cada cliente. Os clientes do topo da pirâmide, são os clientes de alto valor. Neste caso você, colocaria como regra, atendimento desse cliente, com pessoas personalizadas, que vão ter um conhecimento profundo sobre o negócio do cliente e sobre seus produtos e soluções da sua empresa. Na base da pirâmide sugere que você use e modelos de escala, pois ali você vai ter que atender diversos clientes , com ferramentas como webnar, com mentoria online. Vai usar muito e-mail marketing. Vai usar tecnologia para te ajudar a ser uma pessoa relevante, mas ao mesmo tempo não quebrar a sua empresa por ser uma metodologia escalável. 2. Definir Processo de Engajamento Nesta segunda etapa você vai definir os seus processos de engajamento da sua carteira de cliente. Aqui você vai definir por exemplo qual a cadência de reuniões que você quer a área de faça reunião com seus clientes de alto valor. É comum em empresas no mercado, fazerem reuniões trimestrais onde a empresa e o cliente, discutirão dados, métricas e sugestões, dados sobre informações do produto. Aqui você vai definir também, quais são os processos que você quer ter dentro da sua empresa, como que área de Customer Success e como fará para se relacionar com as outras áreas dentro da empresa. Outro ponto é como você trata os problemas que você vai ter. Qual são os modelos de churn por exemplo, quando tiver um. Como você vai proceder? Que processos serão adotados para prevenir o churn? Redução do churn – taxa de cancelamento dos clientes Na verdade essa etapa vai organizar no geral A JORNADA DO CLIENTE na sua empresa. Como você transforma o seu potencial cliente em defensor da sua marca?, esse é o objetivo de toda grande empresa. E essa grande jornada tem que ser quebrada em 3 mini jornadas: Jornada de Onboarding: ou boas vindas do cliente, Que vai garantir que o início do cliente com você vai ser da maneira correta Jornada de Prevenção a Churn: Quais são os processos que você adota, Quando você detecta aquele cliente está parando de comprar o seu produto, de usar aquela solução, o que você faz? você liga para ele? Você vai mandar um e-mail dizendo que você está com saudade? Tem várias coisas que você pode fazer para prevenir esse churn. Jornada de Expansão: A jornada em que você vai oferecer outras soluções para que o cliente faça mais uso das soluções dos produtos da sua empresa 3. Estruturar a área e contratar pessoas Você definiu a estratégia de segmentação e os processos organizacionais para cada segmento da sua carteira de clientes. Aqui é onde você vai efetivamente organizar a sua área de customer success. Estruturar a área e contratar pessoas. Então vem a duvida: Crio uma nova área ou coloco profissionais nas áreas existentes da empresa? A indicação do SEBRAE e da ENDEAVOR é que você crie uma nova área na sua empresa. Mesmo que você seja um empreendedor pequeno, o ideal é que você tenha apenas um profissional na área de customer success, com são as próprias métricas e indicadores, para que os objetivos da empresa não influenciem na principal medição dessa pessoa. Qual o perfil de um profissional de Customer Success? O perfil que seja: Apaixonado pelo cliente Gosta de servir bem Bom atendimento Bom conhecimento e interessado nos produtos e soluções da empresa Tenha capacidade analíticas, de analisar e interpretar dados e fazer recomendações ao cliente. Essa pessoa precisa ter facilidade de aprender sobre seu negócio e o negócio dos clientes. NO B2B, essa pessoa vai precisar transitar muito na área de atendimento e poder orientar as pessoas de como atender bem o cliente final. Customer Success não é um centro de custo, ele é uma despesa de vendas, mas algo que você precisa investir para vender mais e para reter os seus clientes. Pode ter pessoas com perfil de vendas, na parte de expansão, profissionais com perfil de orientação no Modelo por Assinatura, que vão entrar em contato com seu cliente quando e vão fazer uma jornada de renovação do cliente e, profissionais de consultorias para atender esses clientes. Dependendo da sua área, pode haver clientes que tem esse tipo de necessidade. Customer Success tem muita interação com vendas, com atendimento ao cliente dentro da empresa, com a finalidade para interpretar se esta os indicadores estão alinhados com o cliente. Interação com área de produtos, pois traz soluções para inovação. Vai trazer ideias de como seus clientes tem usado os produtos na prática e, vai trazer ideias ou sugestões
Customer Success como Poderosa Estratégia para o seu Negócio
Estamos vivendo na era do cliente e as empresas que oferecem experiências excepcionais para seus clientes possuem uma vantagem competitiva em relação aos seus concorrentes. Neste contexto, muitas empresas líderes, como Amazon, Airbnb e Uber, adotaram a estratégia de Customer Success, que não é exclusiva de grandes empresas, mas pode ser implementada por empreendedores em seus negócios. Customer Success como Estratégia Customer Success é uma atitude que coloca o cliente em primeiro lugar, levando em consideração que vivemos em uma realidade em que os clientes estão cada vez mais exigentes e conectados. Conhecer bem o seu cliente e oferecer uma experiência incrível para ele é o principal ativo de uma empresa hoje em dia. Para aumentar a relação com o cliente, muitas empresas adotaram modelos de negócios de assinaturas. Portanto, focar em garantir a adoção de produtos e serviços, criar experiências excelentes para os clientes e, assim, aumentar as receitas se tornou uma estratégia essencial. O funil de vendas é um conceito muito utilizado no marketing. A estratégia de Customer Success transforma o funil de vendas em uma ampulheta, onde a satisfação dos seus clientes se transforma em novas vendas, o que aumenta o crescimento da empresa. Para adotar essa atitude como estratégia principal da empresa, é necessário que todos os funcionários e colaboradores sejam treinados nessa cultura. Os colaboradores precisam ser educados e incentivados a fazer a coisa certa para o cliente, sempre. A estratégia de Customer Success terá diferentes papéis durante o ciclo de vida da empresa. Na fase inicial, incentiva a adoção dos produtos; na segunda fase, a base será a retenção dos clientes; e quando a empresa já possui diversas linhas de negócios e produtos, a área de Customer Success será responsável pela expansão do negócio, garantindo que seus clientes comprem mais da empresa. Algumas pessoas questionam se Customer Sucess é apenas mais um termo da moda, mas não é. Customer Success é uma estratégia poderosa para a empresa e o negócio. Estamos na era do cliente e, seja B2C ou B2B, é uma estratégia que deve ser adotada. Customer Success é uma estratégia que coloca o cliente em primeiro lugar. Alguns confundem com o atendimento ao cliente, mas há diferenças claras. Customer Success é uma estratégia da empresa que reflete sua cultura, é aderida por todos, é proativa e possui processos estruturados de engajamento e colaboração. Os benefícios do Customer Success são muitos, como a redução da taxa de cancelamento dos clientes, aumento de receita de cross-sell e upsell e conquista de novos clientes. O time de Customer Success garante que os clientes tenham treinamento para os produtos e obtenham os benefícios esperados, e as informações necessárias para usar o produto da melhor maneira e assim garantir um churn baixo. Quando uma empresa tem um churn baixo, garante um fluxo de receita que cresce ao longo do tempo. É importante não se encantar com a taxa de crescimento de clientes e esquecer da retenção. Se você ganhar um cliente por mês e perder outro, seu investimento será nulo. Customer Success: Aumento de receita Cross sell e Upsell Outro benefício do Customer Success é o aumento de receita através das técnicas de Cross sell e Upsell. Quando a sua empresa adota essa estratégia, seus clientes são incentivados a comprar mais produtos ou serviços que complementam aquilo que eles já estão usando. Isso pode ser feito de maneira proativa, através de campanhas de marketing direcionadas para cada cliente, por exemplo. Dessa forma, você consegue aumentar a receita sem precisar conquistar novos clientes, o que pode ser muito mais difícil e caro do que manter os clientes que você já tem. Conquista de novos clientes Por fim, o Customer Success também pode ajudar na conquista de novos clientes. Quando seus clientes estão satisfeitos com o produto ou serviço que você oferece, eles naturalmente irão compartilhar essa experiência com outras pessoas, seja por meio do boca a boca ou através das redes sociais. Isso pode gerar um efeito cascata de novos clientes que procuram a sua empresa por causa das recomendações positivas de pessoas que já são seus clientes. Além disso, quando a sua empresa adota o Customer Success como estratégia principal, isso pode ser um diferencial competitivo em relação à concorrência. Conclusão Como podemos ver, o Customer Success é uma estratégia poderosa para as empresas que desejam colocar o cliente em primeiro lugar. Ao adotar essa atitude, você consegue reduzir o churn, aumentar a receita através de técnicas de Cross sell e Upsell e conquistar novos clientes. Mas para que isso funcione de maneira efetiva, é preciso que o Customer Success esteja presente em toda a cultura da empresa, desde os donos até os colaboradores. Além disso, é importante que haja processos estruturados e colaborativos para garantir que essa estratégia seja implementada da melhor maneira possível. Portanto, se você deseja se destacar em um mercado cada vez mais competitivo, adotar o Customer Success pode ser a chave para o sucesso da sua empresa.
Design Thinking para Inovar como Empreendedor
O Design Thinking é uma abordagem que surgiu no universo do design, mas que pode ser aplicada em qualquer área ou negócio que busca inovação. Trata-se de uma forma de pensar que auxilia na solução de problemas diversos, de todos os tipos. O que é Design Thinking? É uma abordagem de pensamento que surgiu na área do design e hoje é adotada por profissionais de diversas áreas. Design Thinking consiste em utilizar a maneira de pensar e agir dos designers, aplicando-a em negócios e na vida pessoal. É um método centrado nas pessoas, estimulando a atender e planejar ações de acordo com o que as pessoas querem e precisam. A abordagem une a sensibilidade do design, métodos para atender às necessidades das pessoas e o que é possível realizar tecnologicamente. O empreendedor pode utilizar o Design Thinking como uma ferramenta para criar experiências de consumo altamente desejáveis por seus clientes, ampliando seu conhecimento sobre o consumidor e sugerindo como transformar as informações obtidas em negócios mais rentáveis. Os benefícios da aplicação dessa abordagem são muitos, incluindo a possibilidade de transformar a maneira como as organizações desenvolvem produtos, serviços, processos e estratégias. Além disso, o Design Thinking permite que pessoas que não são designers utilizem ferramentas criativas para resolver problemas e identificar as melhores opções, tornando as experiências mais eficazes. Essa abordagem combina o pensamento corporativo com o pensamento criativo, unindo os desejos e necessidades do público com as possibilidades de realização tecnológicas. O Design Thinking pode ser aplicado para resolver todos os tipos de problemas, mas é especialmente adequado para situações mutáveis e que não possuem uma definição clara, pois pode causar fortes impactos nas necessidades das pessoas. As Bases do Designer Thinking são: Empatia Isso envolve se colocar no lugar do outro para compreender melhor seus sentimentos, comportamentos e desejos. Com isso, podemos transformar observações em insights que podem melhorar a qualidade de vida das pessoas. A empatia é uma habilidade essencial no processo de Design Thinking, pois permite que os designers compreendam profundamente as necessidades, desejos e comportamentos dos usuários para os quais estão projetando. Essa compreensão é fundamental para criar soluções que atendam às reais necessidades dos usuários, proporcionando-lhes experiências positivas e satisfatórias. A empatia é a capacidade de colocar-se no lugar do outro, entender suas emoções e perspectivas, e isso não se limita apenas ao processo de design. Ela é importante em todas as áreas da vida, pois nos permite ter relacionamentos mais saudáveis e eficazes com as pessoas ao nosso redor. Ao aplicar a empatia no design, os designers podem entender as necessidades dos usuários de forma mais profunda e identificar problemas que talvez não fossem percebidos de outra forma. Isso pode levar a soluções inovadoras e criativas que atendam às necessidades dos usuários de forma mais eficaz. Em resumo, a empatia é uma habilidade valiosa no design e em muitas outras áreas da vida, pois nos permite entender melhor as pessoas ao nosso redor e criar soluções que atendam eficazmente, às suas necessidades. Experimentação É fundamental experimentar ideias e correr riscos, pois aprendemos muito com os erros. Isso nos permite descobrir caminhos inesperados. Como disse Linus Pauling, ganhador do Prêmio Nobel de Química e da Paz: “Para ter uma boa ideia, você precisa primeiro ter muitas ideias”. A tarefa é gerar, colaborativamente, o maior número de ideias e, em seguida, prototipá-las. A experimentação é um dos pilares do Design Thinking e consiste em colocar ideias em prática de forma rápida e com baixo custo para validar sua eficácia. É uma abordagem que valoriza a ação, o erro e o aprendizado constante, permitindo que as equipes testem hipóteses e iterem suas soluções até que sejam bem-sucedidas. Ao experimentar, é possível coletar feedbacks valiosos dos usuários e ajustar as ideias de acordo com suas necessidades reais. Isso evita investimentos desnecessários em soluções que podem não atender às expectativas do mercado ou dos clientes. A experimentação também incentiva a criatividade e a geração de novas ideias, já que a equipe está disposta a arriscar e a sair da zona de conforto para encontrar novas soluções para os desafios que estão enfrentando. É uma mentalidade que valoriza o processo, e não apenas o resultado final. Além disso, a experimentação permite que a equipe teste as ideias de forma iterativa, ou seja, a cada teste a equipe aprende com os erros e faz melhorias para uma nova rodada de experimentação. Essa abordagem garante que as soluções sejam continuamente aprimoradas e que o produto final seja o mais eficiente possível. Por fim, a experimentação também ajuda a mitigar riscos, já que a equipe testa as ideias antes de investir grandes quantidades de recursos em sua implementação. Dessa forma, é possível validar a ideia e reduzir as chances de falha do produto ou serviço Prototipação Significa criar modelos do produto ou serviço para avaliar se é viável, desejável e viável. Trata-se de tornar as ideias tangíveis para que outras pessoas possam ver, criticar e contribuir. A prototipação é uma etapa essencial do processo de Design Thinking, pois é por meio dela que as ideias são concretizadas e se tornam tangíveis. Ela consiste em criar modelos do que será o produto ou serviço, para avaliar se é viável, desejável e praticável. A ideia é concretizar as ideias para que outras pessoas possam ver, criticar e contribuir. Os protótipos podem assumir diversas formas, desde modelos físicos, como maquetes e produtos mínimos viáveis, até modelos digitais, como wireframes e mockups. O objetivo é testar a solução em um ambiente controlado, sem gastar muito tempo e dinheiro na criação do produto final. Ao prototipar, é possível identificar erros e oportunidades de melhoria antes de lançar o produto no mercado, minimizando riscos e maximizando as chances de sucesso. É importante lembrar que o protótipo não precisa ser perfeito, mas
Mapa da Empatia: Por que é Importante para o Negócio?
O mapa de empatia é uma ferramenta que ajuda você entender um pouco mais sobre o seu cliente, entendendo que ele vê ,o que ele escuta, o que ele fala e faz, o que ele pensa e sente sobre o seu negócio. Para que você entenda um pouco mais o mapa de empatia, é preciso entender primeiro o que é empatia: Empatia é a arte de compreender o outro ou seja, se colocar no lugar do outro, entender o mundo por sua perspectiva. Entender suas emoções e sensações. É uma conexão emocional. Precisamos calçar os sapatos dos clientes porque quando a gente calça sapato dos clientes a gente entende onde o calo aperta, conseguimos propor soluções para melhorar esses problemas para os nossos clientes. Por que que a empatia pode ser importante para uma empresa? Para o empresário o cliente é o ponto chave de um negócio. É ele que faz um negócio movimentar, então é muito importante entender quais são os problemas e as perspectivas dele, para criar soluções. A identificação de clientes por gênero e faixa de renda não é mais suficiente para a gente entender exatamente o estilo de vida dos nossos clientes e, entender também quais são as necessidades deles. É preciso entender um pouquinho mais a fundo dos nossos clientes e pra isso o mapa de empatia serve muito. Com essa ferramenta, conseguimos entender nosso cliente com uma pessoa real, humana, uma pessoa que tem um contexto entorno. Como se a gente pudesse trocar de lugar com ele experimentar o mundo do ponto de vista dele. O que que é mapa de empatia então? O mapa de empatia é uma ferramenta de design thinking, design de serviços e ela serve exatamente para entender melhor nosso cliente de um modo mais efetivo e completo, mais orientado e podermos criar soluções, criar projetos produtos e serviços talvez melhorar produtos e serviços já existentes e, também para a melhorar nosso marketing, uma vez que eu posso comunicar melhor com o meu cliente. O mapa de empatia idealmente, ele deve ser aplicado depois da criação de uma Persona. Quando eu entendo meu cliente, eu posso ter insights para todo o meu negócio. Interessante é que o mapa de empatia normalmente é usado mais para criar um negócio que não existe ainda, mas ele pode sim ser usado para otimizar os negócios que já existem. É uma das ferramentas que mais indico na consultoria, quando meu cliente busca ser mais criativo, inovar e melhorar o processo de venda do seu produto. Como Montar um Mapa da Empatia Antes a gente começar a fazer o mapa a gente precisa de um pouquinho de preparação. Primeiro precisamos compreender o nosso cliente, não faz sentido fazer um mapa de empatia baseado só o que eu imagino que seja meu cliente, ter uma base real de informações do cliente. Então é preciso fazer uma pesquisa com o meu público e existem várias maneiras de fazer pesquisa de público. Criar uma pesquisa de satisfação, para identificar um pouquinho mais que meu público e essa pesquisa pode ser feita por: Podemos fazer uma observação no meu negócio Fazer entrevistas pode telefone, Presencial Whatsapp Email Se meu público está muito na internet eu posso usar dados de fóruns, eu posso ver nas redes sociais o que eles têm curtido, posso ver pelos dados de análise das redes sociais, do facebook quem que está me acompanhando, me seguindo qual é o perfil desse público e conhecendo um pouco mais dele. Durante o preenchimento do mapa da empatia possivelmente, você vai notar que não conhece tão bem o cliente pois vai faltar algumas informações. Então é momento de novamente voltar a pesquisa e, só depois voltar a preenche-lo. O legal também é juntar juntar uma equipe multidisciplinar para criar esse mapa, porque visões diferentes agregam e ajuda a entender melhor quem é nosso cliente. Pegue um grupo de funcionários parceiros e/ou clientes empolgados, que possa ajudar a preencher um mapa mais completo. Para preencher o Mapa da Empatia é necessário ter impresso em A3 ou A2, colocar em uma parede e utilizar post-it para facilidade o manuseio e movimentação das informações, mudar ela de lugar conforme a gente foi percebendo que tá mais adequado, se de repente tivemos uma ideia. Anexe em uma parede! Podemos então começar de fato a fazer nosso mapa da empatia. A primeira coisa é compartilhar todos os aprendizados que você teve na fase de pesquisa então fazer um alinhamento com todo mundo de quem é o seu público que você descobriu sobre ele, para então, começar a preencher o mapa. Durante a aplicação da ferramenta, o ideal é que a gente possa criar um ambiente como os ambientes de aplicação de ferramentas de design thinking. Existem várias regras se você pesquisar na internet. Mas vou dar algumas aqui como exemplo: Crie um ambiente sem julgamento onde todo mundo possa dar sua opinião, construir em cima da opinião um do outro, sejam ideias loucas ou não. Isso é muito importante pra gente gerar um volume de ideias. Estabelecer tempos para pensar sobre cada campo do mapa, evita que fiquemos muito tempo discutindo um campo, fazendo com que depois tenhamos que correr para terminar de preencher o mapa inteiro. Outro ponto essencial é fazer um fechamento do mapa. Uma leitura dele inteiro no final. Entender se ele está coerente, se tudo está fazendo sentido. Mais embaixo temos dois campos sínteses que é qual é a dor e quais são as necessidades deles. Esse campo também é chamado de necessidades, ganhos ou objetivos ? O centro que consideramos quem é meu cliente. No centro eu vou falar dados demográficos, socioeconômicos do meu cliente e de todo tipo de informação
Como ter Ideias Criativas e Inovar na Prática como Empreendedor
Como ser mais criativo e inovar na prática como empreendedor? Neste artigo vou mostrar três ferramentas que pode te ajudar a ser mais criativo e inovador como empreender na prática. Para falar de inovação, primeiro temos que começar pelo nosso modelo mental. Nós empreendedores passamos muito tempo na escola aprendendo muitas coisas legais, mas dentre todas essas coisas aprendemos que não podemos errar, que errar é ruim, mas errar é o primeiro passo para se colocar em ação uma ideia e poder mudar alguma coisa. A escola foi moldada para atender a necessidade da industria. Ela objetivava treinar melhor os funcionários para que eles operassem linha de produção. Linhas de produção são pessoas fazendo a mesma coisa, fazendo parte do processo e muitas vezes nem entendem o final do processo, nem sabem porque estão fazendo aquilo. Só entendem que tem que fazer aquilo e fazer aquilo melhor. O objetivo é que possamos olhar para essa realidade que nos moldou e olhando para isso consigamos desbloquear e ter alguns caminhos e ferramentas para ser mais criativo e inovador. ANTES DE TUDO A EMPATIA Empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro. Se conseguirmos fazer com que as pessoas sejam a parte mais importante no nosso negócio e ajustar os nosso processos para o que as pessoas desejam, naturalmente estaremos sendo mais criativo e inovador. Antes fazíamos um esforço enorme para que as pessoas se adequasse ao nosso produto, ou negócio e hoje esse é o ponto chave que se inverteu. Existem algumas formas de praticar a empatia e para isso o empreendedor precisa sair de dentro do escritório, sair da tela do computador, do celular, e começar olhar os serviços de perto. Precisa observar: Quem são essas pessoas? Como elas são? O que elas pensam? O que elas sentem? Como me sentiria em seu lugar? Observar a linguarem corporal, se esta estressado, se esta feliz. BRAINSTORMING SEM JULGAMENTO Outro ponto importante para ser mais criativo, é deixar as ideias virem sem julgar. Fazer um brainstorming ou toró de ideias e colocar todas as suas ideias em um lugar e, então observar, ver o que elas estão passando e anotar. Não é só o que elas pensam, mas também o que elas sentem é que consegue transformar um negócio inovador. FERRAMENTA MAPA DA EMPATIA COM FORMA DE SER MAIS CRIATIVO E INOVAR Uma ferramenta para se utilizar nesse caso é o Mapa da Empatia. Essa ferramenta mostra, não só o que as pessoas falam e fazem, mas também o que ela pensa e sente. E perceber, é diferente do que elas estão falando e fazendo. COMO PREENCHER: Para exemplificar vou dar o meu exemplo como Empreendedora: O que o empreendedor sente: Angustia, Ansiedade, inspiração, pessimismo, otimismo,, vai dar certo, não vai dar certo, ou penso que vai dar certo mas que vou ter que passar por uma serie de empecilhos. O que fala e faz Se sente ansioso e com medo, mas ele vai la e faz, empreende, ele age. Muitas vezes o empreendedor também tem dificuldade em delegar. Queremos fazer tudo do nosso jeitio, então não compartilha, não delega e ficamos sobrecarregas. O que escuta De quem ela ta ouvido e de quem ela ta ouvindo, do pai da mãe, do filho. Da família, você é maluco, como vai poder realizar isso, tem muito imposto, é muito difícil. O que ele vê Que quer realizar o sonho, que tem oportunidade e possibilidade, vê outros empreendedores tendo sucesso, pessoas fazendo e realizando e dando certo, vê o empreendedorismo crescendo cada dia mais. Você pode notar que nem sempre o que as pessoas estão escutando, é que elas enxergam. Pode existir uma oportunidade aí, para ser mais criativo. Se você começar a falar, moldar a sua comunicação focado mais no que a pessoa vê, se alinhar e trazer mais o cliente para perto do seu negócio, você tem uma oportunidade de inovar. Agora que preenchemos a parte de cima do mapa, vamos para a parte de baixo. QUAIS SÃO AS DORES? Ainda olhando para mim como empreendedora, quais são minhas dores? Falta de verba para investir Não conseguir contratar todas as pessoas que gostaria Pouco tempo pessoal de ficar com a família porque empreender exige muito Esses são alguns exemplos de dores GANHOS Ver seu negócio dando certo Sucesso econômico Fazer o que ama Saber que te a realizando um sonho E começamos ver que os ganho move as pessoas, apesar das dores que existem! Essa é uma ferramenta que se aplica a todo tipo de negócio. Olhando agora para o seu produto, se seu cliente tem algum desconforto com relação aos seus produtos ou serviços, se você conseguir melhorar isso para o meu cliente? Depois de completo é hora de analisar os resultados e buscar soluções para o seu negócio. O mapa vai mostrar o que o outro ta pensando e sentindo. Se eu perceber que não sei o que as pessoas, meus potenciais clientes estão pensando e sentindo, isso é primeiro passo para ir e conhecer melhor o seu público. É muito importante que o empreendedor confie na intuição como recurso, aprender a confiar na própria intuição. COMO POSSO TORNAR O PROBLEMA EM ALGO CRIATIVO E TRAZER INOVAÇÃO PARA O MEU NEGÓCIO Para fazer empatia é importante o empreendedor sair de dentro do negócio para conhecer o público. Se no seu negócio existe algum processo para que as pessoas cheguem até o meu negócio e/ou existe um processo antes da pessoa chegar a efetivação da compra, podemos para e analisar esse processo, para que se existir algum problema, você consiga tangibilizar. Coloque em um quadro grande e liste todos os problemas percebidos. Ao invés
Como Delegar de Forma Correta e Crescer o Seu Negócio?
Onde estão seus maiores desafios atualmente? Clientes, fornecedores ou colaboradores? Essa pergunta pode ser respondida de forma positiva para todas as opções, e eu acredito nisso porque já passei por todos esses desafios. No início da jornada empreendedora, é comum a pessoa ter que tomar conta de todas as tarefas do negócio, desde finanças até marketing. Comigo também foi assim, e para quem trabalha em casa e tem crianças pequenas, a situação pode ficar ainda mais complicada. Costumo dizer que estamos “entre louças, planilhas e fraldas”. Porém, é importante buscar parceiros de trabalho para as tarefas que podem ser delegadas. Entendo que no começo é difícil, mas com o tempo é preciso buscar pessoas para ajudar no crescimento do negócio. Ser uma empresa de uma pessoa só fica complicado, pois se você precisar se ausentar, como fica seu negócio? Não precisa ter uma equipe gigante, mas uma pessoa em quem você pode confiar. Delegar é transferir poder ou competência para outras pessoas fazerem por você. É preciso passar o conhecimento e explicar claramente o que se espera, para ter pessoas ao redor com o mesmo propósito e que possam realizar as tarefas delegadas de forma efetiva. É importante direcionar e acompanhar também, com prazo definido. Existem alguns pilares para crescer um negócio, sendo o primeiro deles a confiança. 1.Confiança É essencial contratar alguém em quem você confie e que sinta o mesmo em relação a você. Muitas vezes, quando a empreendedora é muito operacional e quer controlar tudo, demora para perceber que é preciso abrir mão de algum controle para enfrentar novos desafios para o crescimento da empresa. Por exemplo, imagine que você tenha uma confeitaria e faça tudo no seu negócio, desde os bolos até a parte administrativa. Agora imagine que você possa contratar uma pessoa para ajudar na administração, uma recepcionista administrativa, por exemplo. Quanto trabalho você acredita que iria diminuir e quanto de tempo você poderia ter para focar no seu core business, que são os bolos? E por fim, imagine o quanto você poderia crescer sua empresa? Levando isso para o marketing, imagine quanto sua empresa cresceria nas mídias sociais ao contratar uma pessoa de gestão de mídias para fazer a divulgação do seu negócio na internet, uma vez que você não domina as regras do marketing? É preciso abraçar novos desafios! Se você não der o primeiro passo, nunca vai alcançar seu objetivo. Muitas vezes, achamos que teremos mais gastos ao contratar uma pessoa para realizar essas tarefas, mas o ideal é focar no resultado. Quanto sua empresa cresceria nas mídias sociais, geraria mais vendas e traria de retorno? Muitas vezes, estamos tão focados em querer crescer o negócio, ficar trabalhando e trabalhando, e na correria do dia a dia, esquecemos que podemos delegar e ganhar mais tempo. Tudo é questão de parar e colocar a cabeça para funcionar. 2. Planejamento e Revisão: Dicas para o Sucesso Empresarial Delegar tarefas não significa abandoná-las, mas sim acompanhar o que está acontecendo no negócio. Para isso, é essencial ter um planejamento com objetivos claros e metas com prazos definidos. Seguir o planejamento e colocar em prática os novos hábitos são fundamentais para o crescimento do empreendimento. 3. Investir em Treinamentos Investir em treinamentos tanto para o empreendedor quanto para os funcionários pode trazer diversos benefícios: como aumento da produtividade motivação redução de custos melhoria da qualidade da mão de obra. Menor turnover (troca de funcionários na empresa) 4. Tenha um Propósito Bem Definido e Compartilhe! Ter um propósito bem definido e compartilhá-lo com colaboradores, clientes, parceiros e familiares pode criar sinergia na empresa e estimular o crescimento conjunto. O intento estratégico é a capacidade de todos na organização responderem sobre o negócio da empresa, sua razão de ser e como ela garante sua competitividade e crescimento. 5. Tenha Objetivos Claros Para alcançar objetivos e estimular resultados, é necessário traçar metas claras, estabelecer critérios, colocar prazos e acompanhar o progresso. As reuniões formais para avaliação de resultados e feedbacks são importantes para alinhar as metas e aumentar o nível de colaboração dos funcionários. Valorizar e reconhecer o trabalho dos funcionários é essencial para manter a motivação e o sucesso da organização. Um caso de sucesso é uma pizzaria que conseguia atender grandes pedidos mantendo a qualidade, pois a proprietária dedicava tempo para avaliar o trabalho dos funcionários e dar feedbacks. Lembre-se que o sucesso empresarial não é uma fórmula mágica, mas sim resultado de um planejamento eficiente, investimento em treinamento, compartilhamento do propósito, estabelecimento de metas claras e valorização dos funcionários. Pessoas precisam ser apreciadas, saber que algum está olhando por elas Me lembrei de um caso que ouvi de há um tempo atrás de uma colega minha que tinha um pizzaria. Ela tinha os clientes do dia a dia, clientes que consumiam esporadicamente e empresas que pediam até 100 pizzas de uma vez. E quando chegavam esses pedidos maiores, havia o receio de cair a qualidade. Pensa comigo: Se no meio de tantas pizzas feitas, vai uma mal feita. Concorda comigo que aquela pizza ruim, pode acabar indo para um cliente que compra semanalmente, ou mensalmente. De qualquer forma, a qualidade tem que ser 100% boa em todas as pizzas, não adianta falar que fez 150 pizzas e teve apenas uma ruim, pois essa uma rum pois ter sido entregue para aquele cliente que pediu 1 única pizza e seu pedido é mensal, Já imaginou a perda que pode ocorrer? Sem dúvidas perderia o cliente. E isso, ela usava para motivar os funcionários, ela dizia que e se fosse ele que tivesse recebido a pizza ruim e, no fim, acabava motivando e fazendo com que a qualidade fosse excelente em todas as pizzas. Então ache uma forma de motivar seus colaboradores. Observando que
7 Perguntas que vão te Ajudar a Vender Mais e Melhor
Você está realmente pronta para dar um salto de sucesso no seu negócio digital? Você é uma mulher empreendedora, que está começando seu negócio no digital e está procurando a melhor maneira de vender mais e melhor? Se o seu sonho é viver do que você mais ama, aqui é o seu lugar! Neste artigo, irei revelar as principais perguntas que você deve considerar para vender mais e melhor no seu negócio digital. Aprenda como um especialista em vendas online e descubra as maneiras mais eficazes de aumentar suas vendas no mundo digital. Você sabe que para vender mais e melhor no seu negócio digital, é preciso entender as necessidades e desejos do seu público-alvo. É aqui que as perguntas ideais entram em cena. Elas abrem portas para importantes insights, possibilitando que você entenda mais sobre a jornada de compra de seus possíveis clientes e melhore suas estratégias de vendas. Quer descobrir quais são elas? Acompanhe. Muitas vezes você conhece seu público, definiu sua persona, mas mesmo assim não obtêm os resultados esperados pois não se atenta ações que devem ser realizadas antes durante e depois da venda. Para resumir e ser mais prática preparei essas 7 perguntas que se respondidas sobre o seu produto, vai te ajudar a vender mais e melhor. 1.Quem é o meu público ideal? Pergunte-se: “Quais são as melhores maneiras de comunicar com o meu público?”. O marketing digital oferece uma variedade de possibilidades para que você possa efetivamente alcançar seus clientes, como por exemplo: utilizar redes sociais, e-mail marketing, anúncios pagos, conteúdo relevante em blogs e sites, SEO, entre outras estratégias. É importante identificar o perfil do público-alvo e escolher as melhores ferramentas e abordagens para garantir uma comunicação clara e eficaz. 2. O que posso oferecer para o meu publico? A próxima pergunta que você deve fazer a si mesmo é: “O que posso oferecer que faça com que meu público se interesse pela minha oferta?“. Aqui fundamental compreender o que seu cliente busca, a fim de aumentar as chances de conversão. Para tanto, é importante realizar pesquisas de mercado e conhecer as necessidades, desejos e problemas do público-alvo. Além disso, é preciso oferecer soluções adequadas para cada perfil de cliente, personalizando as abordagens e estratégias de marketing. Ao entender o que o seu público procura, é possível criar campa Leve em consideração também como é a jornada de compra do seu cliente. Quais são as etapas que eles costumam seguir? É importante ter consciência de que as pessoas consomem conteúdos de forma diferente. Entender quais são os meios que seu público usa para se informar e tomar decisões é fundamental para conseguir resultados ainda mais eficazes. 3. Como posso me comunicar com meu público? Pergunte-se “Quais são as melhores formas de me comunicar com meu público?”. O marketing digital oferece uma infinidade de oportunidades para que você possa se conectar com seus clientes de forma eficaz. Há uma variedade de opções disponíveis, e é importante conhecer cada uma delas para escolher a que melhor se adapta à sua estratégia. Você pode optar por usar as mídias sociais para se aproximar de seu público-alvo, como Facebook, Instagram, LinkedIn, Twitter, TikTok, entre outros. Também é possível investir em anúncios pagos em mecanismos de busca, como o Google Ads, ou em plataformas de publicidade online, como o Facebook Ads. O email marketing é outra opção popular, permitindo que você envie newsletters, promoções e outras informações diretamente para a caixa de entrada de seus clientes. Além disso, o marketing de conteúdo é uma estratégia poderosa, que envolve a criação de conteúdo relevante e valioso para atrair e engajar seu público-alvo. 3. Qual problema seu produto resolve para vender mais e melhor? Neste caso, a pergunta envolve a análise de produtos ou serviços que possam ser soluções para problemas potenciais. Descreva todos os problemas que seu produto pode resolver. O produto que você vai oferecer precisa para os seu clientes ter uma solução criada especificamente para eles, logo precisa realmente ter uma solução. Seu cliente tem o problemas e seu produto é a solução, é o que vai levá-lo do ponto A ao ponto B. Dica de ouro: Liste os problemas que sue publico tem e para cada problema, escreva ao lado uma solução. Isso vai trazer clareza que vai te ajudar na hora da venda. 4. Qual é a estrutura do meu produto? Esta pergunta te faz refletir o quão bem você conhece o produto que oferece. Se é um produto físico, como é a preparação deste produto? Quais os processo que ele passa para ser finalizado?. Se é um produto digital, como foi feito esse produto? qual o motivo que te levou a construção do seu produto? O que ele contempla? Tudo isso você precisa entender muito bem para que você consiga vender mais e melhor. 5. Quais as possíveis objeções que você encontra? Esta pergunta irá ajudá-lo a criar uma estratégia para superar todas as objeções que podem prejudicar sua venda. O importante aqui é compreender e refutar as objeções do cliente. Existem basicamente sete categorias de objeções, que são: qualidade preço competidores eficiência durabilidade serviços pós-venda garantias Dica de ouro: Faça uma lista de todas as possíveis objeções que possam surgir no ato da venda, pense e descreva uma justificativa para cada uma das objeções. A partir das informações obtidas dos passos anteriores, deve utilizar diferentes argumentos a fim de estimular o interesse positivo do cliente em adquirir seu produto. 6. Quais os benefícios do meu produto? Todo produto tem benefícios. Quando falo em benefícios estou falando se benefícios da estrutura física do produto em si, e também dos benefícios intrínseco. Para esclarecer melhor vou exemplificar. Uma batedeira tem o benefício físico de ser bonita, cores diferente, potencias elevadas,